Verbo “ver”

O verbo “ver” é um verbo de conjugação irregular. Algumas de suas formas verbais sofrem alteração até mesmo no radical.

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O verbo “ver” é um verbo irregular de 2ª conjugação (terminado em –er), com diversos significados e usos, dependendo do contexto. Ele foi um dos verbos que foi afetado pelas mudanças promovidas pelo novo acordo ortográfico, que passou a ser obrigatório no ano de 2016.

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Confira nosso podcast: Alguns dos verbos mais difíceis de conjugar: feder, reaver, intermediar, pôr e polir

Tópicos deste artigo

Resumo sobre o verbo “ver”

  • O verbo “ver” é um verbo irregular.

  • Varia em número e em pessoa.

  • Em algumas formas verbais, até mesmo o seu radical é modificado.

  • Uma de suas formas verbais foi afetada pelo acordo ortográfico, deixando de ser acentuada.

  • Além de “ver” ser um verbo, essa palavra pode ser usada como substantivo em contextos específicos.

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  • Em algumas situações, o verbo “ver” é confundido com o verbo “vir”.

Conjugação do verbo “ver”

O verbo “ver” é um verbo irregular, o que significa que sua conjugação não segue o padrão esperado para os verbos. No caso do verbo “ver”, há alterações eventuais até no radical da palavra. Veja as conjugações desse verbo nos modos indicativo, subjuntivo e imperativo a seguir.

Conjugação do verbo “ver” no modo indicativo

Conjugação do verbo “ver” no modo indicativo

Tempo presente

singular

1ª (eu)

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vejo

2ª (tu)

vês

3ª (ele/ela)

plural

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1ª (nós)

vemos

2ª (vós)

vedes

3ª (eles/elas)

veem

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Tempo pretérito perfeito

singular

1ª (eu)

vi

2ª (tu)

viste

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3ª (ele/ela)

viu

plural

1ª (nós)

vimos

2ª (vós)

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vistes

3ª (eles/elas)

viram

Tempo pretérito imperfeito

singular

1ª (eu)

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via

2ª (tu)

vias

3ª (ele/ela)

via

plural

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1ª (nós)

víamos

2ª (vós)

víeis

3ª (eles/elas)

viam

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Tempo pretérito mais-que-perfeito

singular

1ª (eu)

vira

2ª (tu)

viras

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3ª (ele/ela)

vira

plural

1ª (nós)

víramos

2ª (vós)

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víreis

3ª (eles/elas)

viram

Tempo futuro do presente

singular

1ª (eu)

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verei

2ª (tu)

verás

3ª (ele/ela)

verá

plural

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1ª (nós)

veremos

2ª (vós)

vereis

3ª (eles/elas)

verão

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Tempo futuro do pretérito

singular

1ª (eu)

veria

2ª (tu)

verias

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3ª (ele/ela)

veria

plural

1ª (nós)

veríamos

2ª (vós)

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veríeis

3ª (eles/elas)

veriam

Conjugação do verbo “ver” no modo subjuntivo

Conjugação do verbo “ver” no modo subjuntivo

Tempo presente

 

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singular

1ª (eu)

veja

2ª (tu)

vejas

3ª (ele/ela)

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veja

 

plural

1ª (nós)

vejamos

2ª (vós)

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vejais

3ª (eles/elas)

vejam

Tempo pretérito imperfeito

 

singular

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1ª (eu)

visse

2ª (tu)

visses

3ª (ele/ela)

visse

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plural

1ª (nós)

víssemos

2ª (vós)

vísseis

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3ª (eles/elas)

vissem

Tempo futuro

 

singular

1ª (eu)

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vir

2ª (tu)

vires

3ª (ele/ela)

vir

 

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plural

1ª (nós)

virmos

2ª (vós)

virdes

3ª (eles/elas)

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virem


Conjugação do verbo “ver” no modo imperativo

Conjugação do verbo “ver” no modo imperativo

Imperativo afirmativo

singular

-

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vê (tu)

veja (você)

plural

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vejamos (nós)

vede (vós)

vejam (vocês)

Imperativo negativo

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singular

-

não vejas (tu)

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não veja (você)

plural

não vejamos (nós)

não vejais (vós)

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não vejam (vocês)


Conjugação do verbo “ver” no infinitivo pessoal

Conjugação do verbo “ver” no infinitivo pessoal

singular

(por) ver (eu)

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(por) veres (tu)

(por) ver (ele/ela)

plural

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(por) vermos (nós)

(por) verdes (vós)

(por) verem (eles/elas)


Concordância do verbo “ver”

O verbo “ver” concorda em número e em pessoa com o sujeito. Observe:

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Eu vejo tudo

Tu vês tudo!

Ele tudo!

Nós vemos tudo!

Vós vedes tudo!

Elas veem tudo!

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Verbo “ver” e o acordo ortográfico

Após o novo acordo ortográfico, vigente no Brasil desde 2016, a forma verbal “veem” passou a deixar de ser acentuada. Antes do acordo, ela levava acento circunflexo.

Grafia ANTES do acordo ortográfico

Grafia APÓS o acordo ortográfico

vêem

veem


Usos da palavra “ver”

A palavra “ver” pode ser usada como verbo ou como substantivo.

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Uso da palavra “ver” como verbo

Como verbo, a palavra “ver” pode ser usada em diversos contextos. Conheça alguns deles a seguir.

  • Verbo “ver” como sinônimo de “enxergar”, “assistir”, “reparar”:

Eles já viram esse filme e recomendaram muito!

  • Verbo “ver” como sinônimo de “concluir”:

Nós vimos que estávamos errados quanto àquele assunto...

  • Verbo “ver” como sinônimo de “visitar”:

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Eu vi meu vô hoje pela manhã.

  • Verbo “ver” como sinônimo de “atender alguém para prestar um serviço”:

O mecânico ainda não viu o meu carro.

  • Verbo “ver” como sinônimo de “lembrar-se de”:

Eu ainda consigo ver minha falecida mãe voltando do serviço e entrando por aquela porta...

  • Verbo “ver” como sinônimo de “imaginar”:

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Você coisa onde não tem.

  • Verbo “ver” como sinônimo de “avaliar”, “julgar”, “analisar”:

Vamos ver os pontos fortes e fracos para decidir.

  • Verbo “ver” como sinônimo de “procurar”, “providenciar”:

Vamos ver uma empresa que cobre barato para esse serviço.

Uso da palavra “ver” como substantivo

Como substantivo, a palavra “ver” é sinônimo de “opinião”, “entendimento”, “análise”, “parecer”, “convicção”, “concepção”.

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A meu ver, não há muito o que fazer agora.

Diferenças entre “ver” e “vê”

A palavra “ver” é o próprio verbo no infinitivo. Já a forma verbal “vê” pode ser a conjugação desse verbo na 3ª pessoa do singular no presente do indicativo ou na 2ª pessoa do singular no imperativo afirmativo. Observe a diferença a seguir.

  • Verbo “ver” no infinitivo:

Ele não pode ver.

Ver a situação por diversos ângulos é necessário.

  • Verbo “ver” no presente do indicativo: 3ª pessoa do singular:

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Ele não .

Ela a situação por diversos ângulos.

  • Verbo “ver” no imperativo afirmativo: 2ª pessoa do singular:

o quanto és sortuda!

tu o que deves fazer.

Diferenças entre o verbo “ver” e o verbo “vir”

O verbo “ver” e o verbo “vir” têm algumas formas verbais parecidas no modo subjuntivo, o que gera certa confusão. Veja a conjugação dos dois verbos no futuro do subjuntivo para entender a diferença:

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Futuro do subjuntivo

Pessoa

Verbo “ver”

Verbo “vir”

1ª (quando eu)

vir

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vier

2ª (quando tu)

vires

vieres

3ª (quando ele/ela)

vir

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vier

1ª (quando nós)

virmos

viermos

2ª (quando vós)

virdes

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vierdes

3ª (quando eles/elas)

virem

vierem


Acompanhe a diferença nos exemplos a seguir:

  • Verbo “ver” no futuro do presente do modo indicativo:

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Eu verei você e darei um abraço apertado.

  • Verbo “ver” no futuro do modo subjuntivo:

Quando eu vir você, darei um abraço apertado.

  • Verbo “vir” no futuro do presente do modo indicativo:

Eu virei amanhã para buscar o presente.

  • Verbo “vir” no futuro do modo subjuntivo:

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Quando eu vier amanhã, buscarei o presente.

Outra confusão costuma ocorrer na conjugação da 3ª pessoa no presente do modo indicativo. Veja:

Presente do indicativo

Pessoa

Verbo “ver”

Verbo “vir”

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3ª (ele/ela)

vem

3ª (eles/elas)

veem

vêm

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Acompanhe a diferença nos exemplos a seguir:

  • Verbo “ver” no presente do modo indicativo:

Ela muitos detalhes...

Elas veem muitos detalhes…

  • Verbo “vir” no presente do modo indicativo:

Ela vem de muito longe.

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Elas vêm de muito longe.

Veja também: Como funciona o verbo “ser”?

Exercícios resolvidos sobre o verbo “ver”

Questão 1

(FGV) Em todas as frases abaixo está presente o verbo “ver”. A substituição desse verbo por outro, adequado ao contexto, é:

A) Ficamos paralisados, vendo a paisagem maravilhosa / contemplando.

B) É difícil ver a diferença de cores neste quadro / apreciar.

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C) O diretor verá hoje os requerimentos dos alunos / notará.

D) Os médicos veem muitos pacientes por dia / percebem.

E) Não conseguiram ver a grandeza das ações / destacar.

Resolução:

Alternativa A.

A palavra “contemplando” é um sinônimo correspondente ao do verbo “ver” no enunciado “Ficamos paralisados, vendo a paisagem maravilhosa”.

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Questão 2

(Ibade)

O instrumento musical

Às 15 horas de segunda-feira, 9 de novembro de 1964, os poemas de Cecília Meireles alcançaram perfeição absoluta. Não há mais um toque de sutileza a acrescentar-lhes, nem sequer um acento circunflexo a suprimir-lhes — aquele acento que ela certa vez, em um poema, retirou de outro poema com a leveza de mão de quem opera uma borboleta. Não virão outros versos fazer-lhes sombra ou solombra. O que foi escrito adquiriu segunda consistência, essa infrangibilidade que marca o definitivo, alheio e superior à pessoa que o elaborou.

Vendo-os desligar-se de sua matriz humana, é como se eu os visse pela primeira vez e à luz natural, sem o enleio que me despertava um pouco o ser encantado ou encantador, chamado Cecília Meireles. Falo em encantamento no sentido original da palavra, “de que há muitos exemplos nos Livros de Cavalaria, e Poetas”. Não me parecia criatura inquestionavelmente real; por mais que aferisse os traços positivos de sua presença entre nós, marcada por gestos de cortesia e sociabilidade, restava-me a impressão de que ela não estava onde nós a víamos, estava sem estar, para criar uma ilusão fascinante, que nos compensasse de saber incapturável a sua natureza. Distância, exílio e viagem transpareciam no sorriso benevolente com que aceitava participar do jogo de boas maneiras da convivência, e era um sorriso de tamanha beleza, iluminado por um verde tão exemplar de olhos e uma voz de tão pura melodia, que mais confirmava, pela eficácia do sortilégio, a irrealidade do indivíduo.

Por onde erraria a verdadeira Cecília, que, respondendo à indagação de um curioso, admitiu ser seu principal defeito “uma certa ausência do mundo”? Do mundo como teatro em que cada espectador se sente impelido a tomar parte frenética no espetáculo, sim; não, porém, do mundo de essências, em que a vida é mais intensa porque se desenvolve em estado puro, sem atritos, liberta das contradições da existência. Estado em que a sabedoria e beleza se integram e se dissolvem na perfeição da paz.

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Para chegar até ele, Cecília caminhou sobre formas selecionadas, que ia interpretando mais do que descrevendo; suas notações de natureza são esboços de quadros metafísicos, com objetos servindo de signos de uma organização espiritual onde se consuma a unidade do ser com o universo. Cristais, pedras, rosicleres, flores, insetos, nuvens, peixes, tapeçarias, paisagens, o escultural cavalo morto, “um trevo solitário pesando a prata do orvalho”, todas essas coisas percebidas pelo sentido são carreadas para a região profunda onde se decantam e sublimam. Nessa viagem incessante, para além da Índia, para além do mistério das religiões e dos sonhos, Cecília Meireles consumiu sua vida. Não é de estranhar que a achássemos diferente do retrato comum dos poetas e das mulheres.

Revisitando agora a imaculada galeria de seus livros desde Viagem até os brincos infantis de Ou Isto ou Aquilo, passando pelas estações já clássicas de Vaga Música, Mar Absoluto e Retrato Natural, penetrando no túnel lampejante de Solombra, é que esta poesia sem paridade no quadro da língua, pela peregrina síntese vocabular e fluidez de atmosfera, nos aparece como a razão maior de haver existido um dia Cecília Meireles. A mulher extraordinária foi apenas uma ocasião, um instrumento, afinadíssimo, a revelar-nos a mais evanescente e precisa das músicas. E esta música hoje não depende de executante. Circula no ar para sempre.

(ANDRADE, C. Drummond. Cadeira de Balanço. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1978, p. 138-139.)

“é como se eu os visse pela primeira vez e à luz natural” (2º §)

Considere o emprego do verbo “ver” no trecho transcrito, flexionado no pretérito imperfeito do subjuntivo. Das alterações feitas na redação do trecho, o verbo “ver” está flexionado INCORRETAMENTE em:

A) é como eu os vejo desde a primeira vez que os encontrei.

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B) é como eu penso que talvez os veja na primeira vez que encontrá-los.

C) é como penso encontrá-los quando eu os ver pela primeira vez.

D) é como eu penso que os veria na primeira vez que os encontrasse.

E) é como eu os vira desde a primeira vez que os encontrara.

Resolução:

Alternativa C.

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O verbo “ver” está conjugado no futuro do subjuntivo; portanto, a forma verbal correta seria “vir”.

 

Por Guilherme Viana
Professor de Português

Homem olhando através de uma lupa como representação do verbo “ver”.
Com diversos significados, o verbo “ver” apresenta conjugação irregular.
Escritor do artigo
Escrito por: Guilherme Viana Bacharel e licenciado em Letras e em Educomunicação pela Universidade de São Paulo (USP). Trabalha com produção de conteúdo didático nas áreas de língua portuguesa, literatura e redação.
Deseja fazer uma citação?
VIANA, Guilherme. "Verbo “ver”"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/o-uso-dos-verbos-ver-vir-ser.htm. Acesso em 03 de fevereiro de 2026.
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Lista de exercícios


Exercício 1

(Franciscanas - adaptada) A relação de verbos que completam, conveniente e respectivamente, as lacunas dos períodos abaixo é:

1 – Hoje ------------ 24 de janeiro.
2 – Trinta quilômetros ----------- muito.
3 – Já  -------- uma e vinte.

a – ( ) são – são – eram
b – ( ) é – são – era
c – ( ) é – é – era 
d – ( ) são – é – era
e – ( ) são – é – eram

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Exercício 2

Diante do enunciado exposto, analise-o, tendo em vista a correta utilização do verbo ver. Caso detecte alguma inadequação, registre seu comentário acerca de tal ocorrência.

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Exercício 3

Complete as lacunas de acordo com as opções indicadas:

a – Nossa paixão -------- nossos filhos. (são – é)
b – Minha irmã --------- várias coisas: amiga, companheira, sincera. (é – são)
c – Nesse momento ----- uma hora. (é – são)
d – Já ------ seis horas da tarde. (é – são)
e – Daqui até a cidade --------- quinze quilômetros. (é – são)
f – Daqui até o vilarejo ---------- um quilômetro. (é – são)

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Exercício 4

(Alerj) Quanto ao emprego do verbo ser, a concordância está correta em:

a – Já é três horas.  
b – Dez mil reais é bastante.
c – Hoje é vinte e um do mês.
d – Dez pontos são mais que o necessário.
e – Dois metros são menos do que preciso.

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