O conclave é o processo que determina a escolha de um novo papa na Igreja Católica. É realizado sempre que o último papa morre ou renúncia a sua posição, abrindo espaço para que um novo papa seja eleito. A eleição por meio dos cardeais para escolha do novo papa foi estabelecida no século XI e o sistema de conclave é do século XIII.
O conclave reune os 120 cardeais eleitores do Colégio de Cardeais na Capela Sistina para que eles votem no novo papa. Suas regras estabelecem um sistema a ser efetuado, e, para eleger um papa, é necessário que uma pessoa obtenha 2/3 dos votos. Quando um papa é eleito, o público é informado por meio de uma fumaça branca que sai da chaminé da Capela Sistina.
Leia também: Igreja Católica — uma das instituições mais antigas e influentes da história
Tópicos deste artigo
- 1 - Resumo sobre o conclave
- 2 - O que é o conclave?
- 3 - Como funciona o conclave?
- 4 - Quem pode ser o papa?
- 5 - Votação no conclave
- 6 - Como é anunciado o resultado do conclave?
- 7 - O que acontece após o conclave?
- 8 - Conclave mais curto da história
- 9 - Conclave mais longo da história
- 10 - Lista de conclaves
- 11 - História dos conclaves
- 12 - Curiosidades sobre o conclave
Resumo sobre o conclave
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O conclave é o sistema pelo qual um novo papa é eleito na Igreja Católica.
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Nesse sistema, os 120 cardeais eleitores se reúnem na Capela Sistina para escolher o novo papa.
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Os cardeais eleitores ficam todo o conclave em isolamento, sem qualquer contato com o mundo externo.
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São necessários 2/3 dos votos dos cardeais eleitores para que um papa seja eleito.
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O sistema de eleição papal para determinar a escolha do novo papa foi estabelecido no século XI e o conclave foi estabelecido no século XIII.
O que é o conclave?
O conclave é nome pelo qual conhecemos o sistema eleitoral utilizado pela Igreja Católica para determinar a eleição de um novo papa, chefe da Santa Sé e líder religioso do catolicismo no planeta. Essa eleição acontece na Capela Sistina, no Vaticano, e é realizada por todos os membros eleitores do Colégio de Cardeais.
Nessa eleição, os 120 cardeais habilitados a votar se reúnem durante o conclave para determinar a escolha do novo papa. Esse sistema foi estabelecido, no século XI, como forma de organizar de maneira apropriada a sucessão papal. De lá até os dias atuais, o sistema que organiza o conclave sofreu muitas alterações.
O termo conclave é oriundo do latim e da junção dos termos “cum” e “clavis”, traduzidos como “com chave”, uma referência ao fato de que, séculos atrás, o conclave era organizado com os cardeais sendo trancafiados na Capela Sistina até que eles elegessem o novo representante. O sistema atual determina que o cardeal eleito tenha, no mínimo, 2/3 dos votos dos 120 cardeais.
Como funciona o conclave?
Conclaves são realizados após a morte ou a abdicação de um papa. Depois que um papa falece ou abdica de sua posição, os assuntos da Igreja Católica são entregues, temporariamente, para o camerlengo, que preside o Colégio dos Cardeais. Também é função do camerlengo administrar os bens da Igreja enquanto o papa estiver vivo.
Depois que a função de pontífice fica vaga, a Igreja Católica tem de 15 a 20 dias para organizar o conclave, e os cardeais que participarão dele serão acomodados em um local chamado Domus Sanctae Marthae. Uma vez reunidos todos eles, é realizada uma primeira eleição.
Se nenhum dos presentes obter 2/3 dos votos, uma nova eleição será realizada no dia seguinte. A partir daí, são realizadas eleições pela manhã e pela tarde, sendo duas em cada período. Se após três dias desse processo, um novo papa não for eleito, os cardeais tiram um dia para realizar orações e meditações.
Se esse ciclo se repetir por sete vezes sem que um papa seja eleito, o regimento do conclave estabelece que os dois cardeais com mais votos serão indicados para uma disputa final que será concluída quando um dos dois candidatos obter 2/3 dos votos. Lembrando que os cardeais eleitores são 120 e que qualquer um dos cardeais com menos de 80 anos pode ser eleito papa.
Ao final dessas eleições, caso não haja um papa eleito, a Igreja Católica emite uma fumaça preta da chaminé da Capela Sistina, e, quando eleito, uma fumaça branca é emitida. Além disso, quando a eleição determinar um novo papa, o camerlengo pergunta ao então cardeal se ele aceita o resultado da eleição. Com a resposta afirmativa, a disputa se encerra.
Um ponto muito importante do conclave é que, na sua duração, os cardeais não podem manter contato com o mundo exterior em nenhuma hipótese.
Quem pode ser o papa?
Na prática, todos os homens católicos e batizados podem ser escolhidos como papa. No entanto, a prática da Igreja Católica é a de eleger para a função somente aqueles que são cardeais. Esse costume está estabelecido na Igreja desde o século XIV.
Votação no conclave
O Colégio de Cardeais é composto por 120 cardeais. Esse número foi estabelecido no pontificado de Paulo VI, em 1975, sendo mantido até então. Todos os cardeais eleitores devem ter menos de 80 anos. Com a morte ou renúncia do papa, o conclave tem até 20 dias para se reunir.
Uma missa é realizada na Basílica de São Pedro no dia que se inicia o conclave. No primeiro dia do conclave, uma única eleição será realizada entre os membros. Os cardeais devem assinar o nome do seu candidato em uma cédula. Esses cardeais não podem votar em si mesmos. Se não houver um papa eleito no primeiro dia, então os cardeais se reúnem no dia seguinte.
A partir do segundo dia, é iniciado um esquema de votação que funciona da seguinte maneira: são realizadas quatro eleições por dia, sendo duas de manhã e duas à tarde. Após três dias com esse ciclo se repetindo, se não houver um papa eleito, então os cardeais se retiram por um dia do conclave para realizar orações.
Esse esquema é repetido por sete vezes, e, caso não houver um papa eleito, acontecerá uma disputa final entre os dois cardeais mais votados, sendo que uma última votação determinará o vencedor. O papa que vence a disputa deve aceitar a sua eleição e indicação para se tornar o novo papa.
Como é anunciado o resultado do conclave?
A tradição utilizada pela Igreja Católica para sinalizar que o conclave teve seu fim é o uso das fumaças que saem da chaminé da Capela Sistina. Durante o conclave, são emitidas fumaças de duas cores, sendo que a de cor preta indica que o conclave não elegeu ninguém e uma nova eleição será realizada. Por fim, quando um novo papa for eleito, uma fumaça branca será emitida das chaminés da Capela Sistina.
O que acontece após o conclave?
Depois do conclave, um cardeal diácono vai a público para informar a população da escolha do novo papa, informando também o nome pelo qual ele escolheu ser chamado durante o seu pontificado. O novo papa é investido na sua função e vestido com as vestes que são designadas a ela, e, então, o novo representante se dirige à varanda da Capela Sistina para cumprimentar os fiéis que aguardam sua aparição.
Conclave mais curto da história
O conclave mais curto da história foi o de 1503, responsável por eleger Giuliano della Rovere para ser o papa Júlio II. Esse conclave foi realizado em um contexto adverso de conflitos na Península Itálica. Os relatos apontam que o evento foi muito rápido, tendo uma duração inferior a 10 horas.
Conclave mais longo da história
O conclave mais longo da história se estendeu de 1268 a 1271. Isso aconteceu porque houve uma grande disputa pelo pontificado, não havendo um consenso de quem seria o novo pontífice da Igreja Católica. A longa duração desse conclave fez com que os cardeais fossem trancados na Capela Sistina para acelerarem sua escolha.
Esse conclave foi tão longo que, dos 20 cardeais eleitores, três chegaram a falecer. O evento, que se iniciou em 29 de novembro de 1268, se encerrou somente em 1º de setembro de 1271, totalizando mais de 1000 dias de duração.
Lista de conclaves
Na história da Igreja Católica, foram realizados os seguintes conclaves e os seguintes papas foram eleitos:
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Lista de conclaves |
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Número |
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Eleito |
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1º |
1061 |
Alexandre II |
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2º |
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Gregório VII |
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3º |
1086 |
Vítor III |
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4º |
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Urbano II |
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5º |
1099 |
Pascoal II |
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6º |
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Gelásio II |
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7º |
1119 |
Calisto II |
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8º |
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Honório II |
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9º |
1130 |
Inocêncio II |
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10º |
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Celestino II |
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11º |
1144 |
Lúcio II |
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12º |
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Eugênio III |
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13º |
1153 |
Anastácio IV |
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14º |
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Adriano IV |
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15º |
1159 |
Alexandre III |
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16º |
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Lúcio III |
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17º |
1185 |
Urbano III |
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18º |
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Gregório VIII |
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19º |
1187 (dezembro) |
Clemente III |
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20º |
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Celestino III |
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21º |
1198 |
Inocêncio III |
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22º |
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Honório III |
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23º |
1227 |
Gregório IX |
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24º |
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Celestino IV |
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25º |
1243 |
Inocêncio IV |
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26º |
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Alexandre IV |
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27º |
1261 |
Urbano IV |
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28º |
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Clemente IV |
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29º |
1268–1271 |
Gregório X |
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30º |
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Inocêncio V |
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31º |
1276 (julho) |
Adriano V |
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32º |
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João XXI |
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33º |
1277 |
Nicolau III |
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34º |
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Martinho IV |
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35º |
1285 |
Honório IV |
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36º |
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Nicolau IV |
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37º |
1292–1294 |
Celestino V |
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38º |
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Bonifácio VIII |
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39º |
1303 |
Bento XI |
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40º |
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Clemente V |
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41º |
1314–1316 |
João XXII |
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42º |
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Bento XII |
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43º |
1342 |
Clemente VI |
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44º |
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Inocêncio VI |
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45º |
1362 |
Urbano V |
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46º |
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Gregório XI |
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47º |
1378 |
Urbano VI |
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48º |
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Bonifácio IX |
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49º |
1404 |
Inocêncio VII |
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50º |
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Gregório XII |
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51º |
1417 |
Martinho V |
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52º |
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Eugênio IV |
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53º |
1447 |
Nicolau V |
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54º |
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Calisto III |
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55º |
1458 |
Pio II |
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56º |
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Paulo II |
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57º |
1471 |
Sisto IV |
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58º |
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Inocêncio VIII |
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59º |
1492 |
Alexandre VI |
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60º |
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Pio III |
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61º |
1503 (outubro–novembro) |
Júlio II |
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62º |
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Leão X |
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63º |
1521–1522 |
Adriano VI |
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64º |
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Clemente VII |
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65º |
1534 |
Paulo III |
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66º |
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Júlio III |
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67º |
1555 (abril) |
Marcelo II |
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68º |
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Paulo IV |
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69º |
1559 |
Pio IV |
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70º |
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Pio V |
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71º |
1572 |
Gregório XIII |
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72º |
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Sisto V |
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73º |
1590 (setembro) |
Urbano VII |
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74º |
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Gregório XIV |
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75º |
1591 |
Inocêncio IX |
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76º |
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Clemente VIII |
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77º |
1605 (março–abril) |
Leão XI |
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78º |
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Paulo V |
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79º |
1621 |
Gregório XV |
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80º |
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Urbano VIII |
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81º |
1644 |
Inocêncio X |
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82º |
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Alexandre VII |
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83º |
1667 |
Clemente IX |
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84º |
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Clemente X |
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85º |
1676 |
Inocêncio XI |
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86º |
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Alexandre VIII |
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87º |
1691 |
Inocêncio XII |
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88º |
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Clemente XI |
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89º |
1721 |
Inocêncio XIII |
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90º |
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Bento XIII |
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91º |
1730 |
Clemente XII |
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92º |
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Bento XIV |
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93º |
1758 |
Clemente XIII |
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94º |
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Clemente XIV |
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95º |
1774–1775 |
Pio VI |
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96º |
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Pio VII |
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97º |
1823 |
Leão XII |
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98º |
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Pio VIII |
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99º |
1830–1831 |
Gregório XVI |
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100º |
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Pio IX |
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101º |
1878 |
Leão XIII |
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102º |
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Pio X |
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103º |
1914 |
Bento XV |
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104º |
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Pio XI |
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105º |
1939 |
Pio XII |
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106º |
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João XXIII |
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107º |
1963 |
Paulo VI |
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108º |
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João Paulo I |
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109º |
1978 (outubro) |
João Paulo II |
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110º |
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Bento XVI |
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111º |
2013 |
Francisco |
Acesse também: Papa Francisco — o atual papa da Igreja Católica
História dos conclaves
A história dos conclaves se iniciou no século XI, embora as eleições papais começaram a ser chamadas de conclaves somente a partir do século XIII. Antes do século XI, não havia um sistema formalizado para determinar como seria a sucessão do papa quando um papa morria ou renunciava. Antes desse século, a escolha do papa se dava de diversas maneiras: por indicação do papa anterior, por intervenção real, por eleição popular, por eleição entre os representantes da Igreja etc.
Foi somente em 1059 que foi estabelecido pela Igreja Católica o sistema de Colégio de Cardeais, em que os cardeais se tornaram responsáveis pela escolha. O atual sistema dos conclaves, marcado pelo isolamento dos cardeais como forma de acelerar a escolha do novo cardeal, só foi implantado, em 1274, por meio do Ubi periculum, regra que estabeleceu oficialmente o conclave.
O funcionamento do conclave foi alterado ao longo do tempo, estabelecendo, por exemplo, idade limite para que os cardeais pudessem votar e assumir posição como papa, além de o número de cardeais eleitores ter aumentado.
Veja também: Catolicismo — detalhes sobre uma das maiores religiões do mundo
Curiosidades sobre o conclave
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O uso da fumaça branca como forma de anunciar o novo papa só se popularizou no século XX.
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Os cardeais ficam totalmente isolados do mundo, não tendo acesso a nenhum tipo de meio de comunicação, incluindo celular e acesso à internet.
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Os cardeais eleitores que estiverem doentes durante um conclave podem ter os seus votos recolhidos pessoalmente no lugar em que estiverem repousando.
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A escolha dos cardeais é secreta e a quantidade de votos que um cardeal eleito recebeu não é divulgada.
Créditos de imagem
[1] Andrei Antipov / Shutterstock
[2] Simon Roughneen / Shutterstock
Fontes
AQUINO, Felipe. Como funciona o Conclave. Disponível em: https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/conclave/como-funciona-o-conclave/.
REDAÇÃO. A escolha do papa. Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/qualquer-um-pode-ser-papa/.
SARTORE, Melissa. Conclave: como um novo papa é eleito na igreja católica? Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/01/conclave-como-um-novo-papa-e-eleito-na-igreja-catolica.