Estudantes do ensino médio participam de Modelo das Nações Unidas, em Harvard
Estudantes do ensino médio participam de Modelo das Nações Unidas, em Harvard
Simulação da Organização das Nações Unidas possibilita que estudantes debatam temas da agenda internacional.
Em 29/01/2026 12h39
, atualizado em 30/01/2026 08h12
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Entre 29 de janeiro e 1º de fevereiro, cerca de 4 mil estudantes do ensino fundamental e médio participarão do Modelo das Nações Unidas (MUN), uma simulação acadêmica da Organização das Nações Unidas (ONU).
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Realizada na universidade de Harvard durante quatro dias, a MUN possibilita que estudantes assumam a posição de líderes mundiais e diplomatas e tomem decisões internacionais. Assim, os participantes têm a oportunidade de desenvolver habilidades como liderança, oratória, negociação e trabalho em equipe.
A diretora de Ensino Fundamental 2 e do Ensino Médio da The British College of Brazil, Ceris Flew, explica que os estudantes participam de comitês que debatem temas reais da agenda internacional. “Discutem, negociam, trocam ideias com seus colegas e trabalham de forma colaborativa para redigir resoluções e propor soluções para desafios globais complexos”, explica ela.
O Modelo das Nações Unidas em Harvard acontece anualmente com alunos de mais de 50 países, desde 1953, e debate temas globais com intenção de propor soluções e proporcionar o desenvolvimento dos estudantes participantes. As atividades garantem o aprimoramento de habilidades como liderança, oratória, negociação, diplomacia e trabalho colaborativo.
As estudantes Julia Chaves e Alice Simões, ambas de 14 anos, são alunas da Ways Bilingual School São Paulo selecionadas para participar do evento. Elas se prepararam para a conferência com um programa de mentoria que contou com encontros preparatórios de conteúdos ligados à dinâmica do modelo.
“Participar de um simulado da ONU é uma oportunidade rara para estudantes do Ensino Fundamental, e ver nossas alunas alcançando esse patamar confirma que estamos no caminho certo. Queremos formar jovens capazes de compreender o mundo, construir pontes e liderar com responsabilidade”
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Rosilene Teixeira Rodrigues, diretora e mantenedora da Ways Bilingual School de São Paulo.
O modelo desafia adolescentes participantes a expor e defender suas ideias e pontos de vista em um ambiente formal e internacional. Ceris Flew aponta que os estudantes são “incentivados a explorar diferentes perspectivas, analisar evidências e se envolver com questões globais complexas”.
Julia Chaves e Alice Simões, respectivamente.
Crédito: Divulgação.