Nesta terça-feira, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, e o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, assinaram um acordo de segurança sobre o território autônomo da Groenlândia.
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Entre os dias 22 e 28 de setembro, lideranças dos países membros das Nações Unidas participam da 81ª sessão da Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.
O acordo assinado, que amplia a presença de tropas militares estadunidenses no território groenlandês, acontece após meses de pressão do presidente estadunidense sobre a Dinamarca para anexação do território ultramarino pelos EUA. Donald Trump chegou a ameaçar utilizar forças militares para tomar o território.
A Groenlândia é um território autônomo dinamarquês, localizado entre o continente americano e europeu.
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Acordo entre Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia
O acordo firmado entre os líderes estadunidense, dinamarquês e groenlandês estabelece que os EUA ficam responsáveis pela segurança do território ultramarino. Apesar disso, fica estabelecida a "soberania e integridade territorial do Reino da Dinamarca" e reconhece o "direito à autodeterminação" da Groenlândia.
Essa determinação do texto pretende dissipar a tensão causada pelas declarações de Trump sobre anexar o território groenlandês, desde sua volta à presidência estadunidense.
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O primeiro-ministro da ilha reconhece que a Groenlândia exerce importante papel para a segurança da América do Norte e a segurança transatlântica. "Este acordo reflete que entendemos nossa responsabilidade e agimos de acordo com ela", apontou Nielsen.
Ao longo do discurso, Trump afirmou que os EUA iniciariam imediatamente a construção de duas grandes bases militares no território groenlandês.
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Por Jade Vieira
Jornalista