Super El Niño

Super El Niño é a intensificação do El Niño, sendo caracterizado por um aquecimento acentuado e prolongado das águas do Oceano Pacífico. Sua última ocorrência foi em 2015-16.

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O Super El Niño é a intensificação do aquecimento do Oceano Pacífico. Diferente do El Niño convencional, essa versão é caracterizada por acentuada elevação de temperatura, que mantém as águas superficiais aquecidas por um período prolongado de tempo. A última ocorrência de um Super El Niño foi entre 2015 e 2016, o que provocou eventos climáticos extremos em diferentes partes do mundo e afetou 60 milhões de pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

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Diante do rápido aquecimento que tem sido observado no Oceano Pacífico, há 82% de chande de um Super El Niño acontecer em 2026, segundo previsão da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa). No Brasil, seus efeitos podem começar a ser sentidos já no mês de setembro, com previsão de forte calor e secas nas regiões Norte e Nordeste, chuvas muito intensas e volumosas na região Sul e estiagem no Centro-Oeste e Sudeste.

Leia também: Diferenças entre o El Niño e o La Niña

Tópicos deste artigo

Resumo sobre Super El Niño

  • O Super El Niño é caracterizado pela intensificação do aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico, mantendo-se acima da média por tempo prolongado.

  • A expressão Super El Niño não é oficial, embora seja comumente utilizada para se referir a uma fase mais acentuada desse fenômeno.

  • O último Super El Niño aconteceu entre 2015 e 2016, e foi marcado por eventos extremos que afetaram mais de 60 milhões de pessoas em todo o mundo.

  • Há 82% de chance de um Super El Niño se formar no ano de 2026, segundo previsões da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa).

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  • A probabilidade é ainda maior de o Super El Niño se manter até o começo de 2027.

  • O aquecimento das águas do Oceano Pacífico pode ficar acima de 2 ºC ou 3 ºC, com aumento de temperaturas acontecendo até, pelo menos, o mês de setembro.

  • No mundo, o Super El Niño pode provocar secas severas no sul e sudeste da Ásia, no sul da África e parte da Oceania, assim como chuvas muito intensas no oeste da América do Sul, América Central e parte da América do Norte e na região do Chifre da África.

  • Os efeitos, no Brasil, começarão a ser sentidos em setembro. O CEMADEN prevê chuvas muito intensas e volumosas na região Sul e calor e seca nas regiões Norte e Nordeste.

  • Parte do Mato Grosso do Sul pode enfrentar os mesmos impactos que o Sul do país. O Centro-Oeste e o Sudeste deverão ser afetados pelo calor e escassez de chuvas.

  • As previsões não têm o objetivo de causar pânico na população, mas, sim, alertar autoridades responsáveis para a tomada de medidas de prevenção.

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  • Informações mais precisas sobre a ocorrência de um Super El Niño em 2026 devem ser disponibilizadas somente a partir do mês de junho.

O que é o Super El Niño?

O Super El Niño é o fenômeno caracterizado pela intensificação do aquecimento da superfície do Oceano Pacífico, ultrapassando a média que é considerada normal para o El Niño. A instalação de um El Niño é identificada quando a temperatura das águas superficiais do Pacífico fica cerca de 1 ºC acima do convencional para aquele oceano.

Uma oscilação classificada como forte é aquela em que a variação térmica supera 1,5 ºC. Quando o aquecimento observado fica acima da marca de 2 ºC por um período de tempo considerável, temos um Super El Niño.

Vale lembrar que o El Niño é uma das fases do fenômeno oceânico-atmosférico conhecido como El Niño Oscilação Sul, ou ENOS. Ele é resultante do enfraquecimento dos ventos que sopram na região equatorial, conhecidos como ventos alísios, fazendo com que a ressurgência de águas frias na costa oeste da América do Sul perca força.

Por causa disso, a camada de águas aquecidas se expande pela superfície do Oceano Pacífico, o que gera o aumento da sua temperatura. Um El Niño pode acontecer em intervalos que variam de cinco a sete anos. Contudo, diante das mudanças no clima do planeta Terra, seus registros têm sido mais recorrentes.

Outro ponto que é importante ressaltarmos é que a terminologia Super El Niño é informal, ou seja, não é oficialmente adotada oficialmente por órgãos como a Organização Meteorológica Mundial (OMM). Segundo a OMM, isso acontece porque a expressão “Super El Niño” não faz parte das classificações-padrão utilizadas pela comunidade científica.

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Quando foi o último Super El Niño?

O último Super El Niño aconteceu no biênio 2015-16, considerado o mais forte do século XXI até então e comparado com as oscilações que aconteceram entre 1982-83 e 1997-18. De acordo com o registro histórico do Centro Europeu de Previsão Meteorológica de Médio Prazo (ECMWF), o momento de pico do último Super El Niño foi caracterizado por um aumento de 3º C na temperatura das águas superficiais do Pacífico em sua região central, o que aconteceu no mês de novembro de 2015.

Uma particularidade do Super El Niño de 2015-16 é que a anomalia se concentrou no Pacífico Central, na altura da Linha do Equador, e se deteriorou rapidamente, o que significa que as temperaturas caíram pouco tempo depois.

No Super El Niño de 1997-98, o aquecimento permaneceu por um período mais longo, e foi seguido por um resfriamento acentuado do Oceano Pacífico, indicando a instalação de um “Super La Niña” logo na sequência. Isso não significa, entretanto, que as consequências do Super El Niño de 2015-16 foram menos severas.

Solo rachado e reservatório seco diante de montanhas ao pôr do sol, ilustrando os impactos do super El Niño.
Muitas regiões do planeta enfrentaram sevas severas durante o Super El Niño de 2015-16.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)|1|, 60 milhões de pessoas foram diretamente impactadas pelo último Super El Niño, em especial nas regiões listadas abaixo:

  • leste e sul da África;

  • Chifre da África (Nordeste da África);

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  • América Latina e Caribe;

  • Ásia-Pacífico.

A elevação das temperaturas oceânicas ocasionou secas severas na América do Sul, o que facilitou o desenvolvimento de queimadas e incêndios florestais, ampliou o volume de carbono lançado na atmosfera e, por conseguinte, contribuiu para a intensificação do efeito estufa. Uma pesquisa realizada na época|2| indicou que foi de 13% o aumento das áreas com fogo no subcontinente referido.

Por conta da mudança no padrão de chuvas, a segurança alimentar foi comprometida nos países dependentes da agricultura, como em áreas da África, na América Central e nos países insulares do Oceano Pacífico.

Leia também: O que causa as queimadas na região do Pantanal?

Super El Niño 2026

Um novo Super El Niño está previsto para se instalar no Oceano Pacífico no segundo semestre de 2026. O boletim mais recente emitido pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa), no dia 18 de maio de 2026, indicou que há 82% de chance da oscilação começar entre os meses de maio e julho.

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Até o momento, a previsão da Noaa é de que a anomalia seja superior a 2 ºC e que o aquecimento aconteça até o mês de setembro|3|, pelo menos, em uma extensa área do Oceano Pacífico. Isso indica, portanto, que um dos pontos máximos do fenômeno pode ser atingido no mês mencionado.

Com isso, haverá elevação da temperatura das águas nas regiões central e leste do Pacífico, o que abrange a costa oeste da América do Sul, parte da América Central e, também, um trecho da América do Norte. Há, também, 96% de chance desse Super El Niño continuar durante o final de 2026 e início de 2027, compreendendo a maior parte do verão no Hemisfério Sul.

Outros centros de pesquisa indicam|4| que o Super El Niño de 2026 pode trazer um aquecimento de 3 ºC acima da temperatura média das águas superficiais do Oceano Pacífico. Deve-se considerar, no entanto, que as análises e estimativas mais precisas devem ser realizadas apenas a partir de junho, o que acontece devido às rápidas alterações pelas quais os oceanos e a atmosfera passam nesse intervalo entre as estações do ano. A única informação confirmada, até o momento, é de que haverá um El Niño entre 2026 e 2027. Resta aguardar novos dados para conhecermos a sua intensidade.

Super El Niño no Brasil

O El Niño impacta temporariamente a circulação atmosférica no planeta Terra, provocando alterações globais que podem ser observadas no território brasileiro, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O Super El Niño intensifica esses efeitos, como aconteceu durante seu último registro em 2015-16. Esse foi o período em que o Semiárido, no interior da região Nordeste, vivenciou o agravamento da seca pela qual vinha passando desde 2013, uma das piores da sua história.

A falta de chuvas também foi preocupante em parte da região Sudeste, principalmente no Espírito Santo e em Minas Gerais. Durante o verão, estados como o Rio de Janeiro e São Paulo enfrentaram chuvas intensas com alagamentos e grandes deslizamentos de terra. Na região Sul do país, as precipitações acumularam volumes acima da média para o período. Como vimos anteriormente, o Super El Niño de 2015-6 aumentou as queimadas em várias partes do país, como na região Norte, devido ao calor intenso provocado e às secas que atingiram aquela região do Brasil.

Observe, no mapa abaixo, a distribuição das secas no Brasil durante os Super El Niños de 1982-83, 1997-98, 2015-16 e no El Niño de 2023-24, o mais recente deles. Os mapas são referentes a trimestres (Setembro-Outubro-Novembro; Dezembro-Janeiro-Fevereiro, Março-Abril-Maio, Junho-Julho-Agosto) e foram produzidos pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN).

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Mapas com o Índice Integrado de Secas (IIS) no Brasil durante anos de forte El Niño.
Mapas com o Índice Integrado de Secas (IIS) no Brasil durante anos de forte El Niño. Fonte: Nota Técnica Nº 627/2026 – CEMADEN.

Para o ano de 2026, o CEMADEN prevê que os efeitos começarão a ser sentidos no mês de setembro, que marca o início da primavera no Brasil. Em nota técnica|5|, também indica os seguintes acontecimentos como possíveis impactos do Super El Niño de 2026:

  • calor forte e queda no índice de chuvas no Norte e Nordeste, com diminuição no nível do lençol freático e dos rios em ambas as regiões, incluindo os principais rios da Bacia Amazônica, o que pode afetar o abastecimento hídrico e a geração de energia;

  • chuvas muito intensas e com volume acima da média para o período em trechos do Mato Grosso do Sul e na região Sul do país, com alto potencial para alagamentos, enchentes, enxurradas e desastres naturais associados em áreas como:

    • Santa Catarina: oeste, meio-oeste, planalto, sul catarinense, Vale do Itajaí e Grande Florianópolis;

    • Rio Grande do Sul: região de Porto Alegre, Serra Gaúcha, Planalto Meridional;

    • Paraná: litoral, sudoeste, centro-sul, Serra do Mar e região metropolitana de Curitiba.

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  • escassez de chuvas nas regiões Centro-Oeste e Sudeste;

  • aumento da incidência de ondas de calor, seguindo um padrão de oscilações anteriores.

Assim como reforça o CEMADEN, o objetivo das previsões não é alarmar ou causar pânico na população, mas, sim, alertar as autoridades responsáveis para que as medidas preventivas sejam tomadas.

Consequências do Super El Niño

Vista aérea de ruas alagadas e casas cercadas por enchente após chuvas intensas associadas ao super El Niño.
Chuvas muito volumosas podem provocar enchentes e inundações no sul do Brasil durante o Super El Niño.

Os centros de pesquisa meteorológica indicam que o Super El Niño de 2026-27 vem associado com as mudanças no clima que já estão em curso, o que é visto como uma das causas do maior aquecimento das águas do Oceano Pacífico. Nesse contexto, pode-se esperar a intensificação de eventos que aconteceriam na ocorrência de um El Niño comum. Algumas das consequências de um Super El Niño são:

  • Intensificação das ondas de calor e probabilidade de seca severa, o que, por sua vez, eleva o risco de queimadas e incêndios florestais. Os países banhados pelo Oceano Pacífico, principalmente a oeste, foram afetados por condições semelhantes no último Super El Niño. As secas também podem afetar o sul da África e o sul e sudeste da Ásia.

  • Chuvas intensas e volumosas em parte do continente americano, especialmente na costa oeste, em países banhados pelo Oceano Pacífico, e no sul, além do Chifre da África e da Ásia Central. Na parcela mais ao norte da América, ao contrário, as condições são de seca.

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  • Enfraquecimento das tempestades tropicais e furacões desenvolvidos no Oceano Atlântico.

A OMS alerta para os riscos à saúde humana que acompanham as condições instaladas durante o período do El Niño, que podem se agravar durante eventos intensos e prolongados como o previsto para acontecer no ano de 2026. Tais riscos estão associados com o aumento da insegurança alimentar, escassez de água e a piora da qualidade dos recursos hídricos nas regiões afetadas pelas secas e, ainda, com a proliferação de vetores de doença, destruição da infraestrutura e aumento da contaminação da água nas áreas atingidas por chuvas intensas seguidas por inundações.

Notas

|1| WHO. El Niño affects more than 60 million people. World Health Organization (WHO), 26 abr. 2016. Disponível em: https://www.who.int/news-room/feature-stories/detail/el-ni%C3%B1o-affects-more-than-60-million-people.

|2| CEMADEN. El Niño influenciou no aumento dos incêndios e na diminuição de captação de carbono em 2015/2016, apontam pesquisadores. Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), 12 jul. 2020. Disponível em: http://www2.cemaden.gov.br/el-nino-influenciou-no-aumento-dos-incendios-e-na-diminuicao-de-captacao-de-carbono-em-20152016-apontam-pesquisadores/.

|3| PEGORIM, Josélia. Risco de El Niño forte a muito forte está aumentando. Climatempo, 22 mai. 2026. Disponível em: https://www.climatempo.com.br/noticia/el-nino/risco-de-el-nino-forte-a-muito-forte-esta-aumentando.

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|4| PEIXOTO, Roberto. El Niño 2026: o que é, por que os cientistas estão em alerta e como isso pode afetar sua vida. G1, 23 mai. 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2026/05/23/el-nino-2026-o-que-e-por-que-os-cientistas-estao-em-alerta-e-como-isso-pode-afetar-sua-vida.ghtml.

|5| CEMADEN. Nota Técnica Nº 627/2026. Disponível em: https://www.gov.br/cemaden/pt-br/assuntos/noticias-cemaden/copy2_of_SEI_MCTI13770843NotaTcnica.pdf.

Fontes:

ANA. Municípios atingidos por eventos de seca em 2016. Agência Nacional de Águas (ANA), 25 fev. 2021. Disponível em: https://dadosabertos.ana.gov.br/datasets/70969849b48340ee85b2f1419ce3a8ef_0/about.

CANON, Gabrielle. What is a ‘super El Niño’ and what might it mean for the global climate? The Guardian, 24 abr. 2026. Disponível em: https://www.theguardian.com/environment/2026/apr/23/down-to-earth-super-el-nino-extreme-weather.

GRANCHI, Giulia. O risco de um super El Niño aumentou? BBC, 19 mai. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp5v7ykk4o.

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INPE. O que precisamos saber sobre o El Niño e seus impactos para o Brasil? Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 15 mai. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/inpe/pt-br/assuntos/ultimas-noticias/o-que-precisamos-saber-sobre-o-el-nino-e-seus-impactos-para-o-brasil.

NOAA. ENSO: Recent Evolution, Current Status and Predictions. Climate Prediction Center – National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), mai. 2026. Disponível em: https://www.cpc.ncep.noaa.gov/.

NOAA. NOAA predicts below-normal 2026 Atlantic hurricane season. National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), 21 mai. 2026. Disponível em: https://www.noaa.gov/news-release/noaa-predicts-below-normal-2026-atlantic-hurricane-season.

PEGORIM, Josélia. Risco de El Niño forte a muito forte está aumentando. Climatempo, 22 mai. 2026. Disponível em: https://www.climatempo.com.br/noticia/el-nino/risco-de-el-nino-forte-a-muito-forte-esta-aumentando.

PEIXOTO, Roberto. El Niño 2026: o que é, por que os cientistas estão em alerta e como isso pode afetar sua vida. G1, 23 mai. 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2026/05/23/el-nino-2026-o-que-e-por-que-os-cientistas-estao-em-alerta-e-como-isso-pode-afetar-sua-vida.ghtml.

PEIXOTO, Roberto. Quando foi o último 'super' El Niño? Entenda por que o intervalo entre os eventos extremos vem encurtando. G1, 24 mai. 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2026/05/24/quando-foi-o-ultimo-super-el-nino.ghtml.

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SILVERIO, Ana. What a Super El Niño could mean for our planet this year. Oceana, 22 mai. 2026. Disponível em: https://oceana.org/blog/what-a-super-el-nino-could-mean-for-our-planet-this-year/.

STOCKDALE, Tim; BALMASEDA, Magdalena; FERRANTI, Laura. The 2015/2016 El Niño and beyond. European Centre for Medium-Range Weather Forecasts (ECMWF), 2017. Disponível em: https://www.ecmwf.int/en/newsletter/151/meteorology/2015-2016-el-nino-and-beyond.

WMO. Likelihood increases of El Niño. World Meteorological Organization (WHO), 24 abr. 2026. Disponível em: https://wmo.int/media/news/wmo-likelihood-increases-of-el-nino.

Escritor do artigo
Escrito por: Paloma Guitarrara Licenciada e bacharel em Geografia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e mestre em Geografia na área de Análise Ambiental e Dinâmica Territorial também pela UNICAMP. Atuo como professora de Geografia e Atualidades e redatora de textos didáticos.
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GUITARRARA, Paloma. "Super El Niño"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/super-el-nino.htm. Acesso em 27 de maio de 2026.
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